Ana Paula Severo · Especialista em Insolvência Empresarial

O advogado do credor que não domina os prazos da recuperação judicial perde o direito do cliente antes mesmo de abrir o processo.

Um guia prático — escrito por quem passou oito anos dentro de uma vara especializada em recuperação judicial e falência — para ler o edital, escolher entre divergência e habilitação, sobreviver à fase de impugnação e chegar preparado à assembleia que decide o pagamento do seu cliente.

E-book digital · Leitura imediata · Baseado na Lei n.º 11.101/2005

Linha do tempo dos prazos que decidem o processo
15DIAS
Divergência ou habilitação
Contados da publicação do 1º edital — direto ao administrador judicial
10DIAS
Impugnação de crédito
Fase judicial, a partir do edital do administrador judicial
45DIAS
Publicação da relação do AJ
Prazo do administrador judicial após o término da fase administrativa
180DIAS
Stay period — blindagem patrimonial
Prorrogável uma única vez · art. 6º, §4º da Lei 11.101/2005

O problema

A maioria dos advogados só entende recuperação judicial quando já perdeu um prazo

Recuperação judicial não é uma disciplina que se aprende na faculdade nem se improvisa em cima da hora. Ela tem rito próprio, linguagem própria e uma armadilha em cada etapa — e cada uma delas custa dinheiro do cliente.

ERRO 01

Protocolar no lugar errado

Divergências e habilitações são apresentadas ao administrador judicial, na esfera extrajudicial — não nos autos do processo. Esse equívoco, sozinho, já tumultua o processo e expõe a falta de domínio da matéria.

ERRO 02

Não perceber a classe errada

O valor pode estar certo e o crédito, ainda assim, estar na classe errada — o que muda diretamente o peso do voto do cliente na assembleia. Poucos advogados sabem que isso precisa ser corrigido mesmo sem prejuízo financeiro aparente.

ERRO 03

Chegar despreparado à AGC

A Assembleia Geral de Credores é o único momento em que o credor influencia diretamente deságio, carência e correção. Ir sem entender quóruns e regras de aprovação é abrir mão do maior poder que a lei concede.

Quem escreve

"Cada edital, cada prazo, cada assembleia, cada impugnação — passava pelas minhas mãos antes de chegar ao despacho da juíza."

Ana Paula Severo foi aprovada na OAB em 2015, ainda na faculdade, e atuou por oito anos como assessora jurídica em gabinete com vara especializada em recuperação judicial e falência — sendo a única responsável por toda a matéria do gabinete. Hoje, como advogada especialista em insolvência empresarial, traduz o que aprendeu de dentro do processo para quem está do lado de fora: o advogado do credor.

O que você recebe

Seis capítulos, na ordem exata em que o processo acontece

Nada de teoria solta. Cada capítulo resolve a decisão que você precisa tomar naquele exato momento do processo — com base legal citada artigo por artigo.

Introd.
O que é a Recuperação JudicialOs personagens do processo e o fluxo completo, do pedido à homologação
Fundamentos
01
O "socorro" imediatoCrédito concursal ou extraconcursal? O que fazer nas primeiras horas após a notícia
Diagnóstico
02
A anatomia do editalA ordem correta de leitura e as quatro classes de credores
Leitura de edital
03
Divergência vs. habilitaçãoQuando usar cada uma perante o administrador judicial — e por que a maioria erra aqui
Rito administrativo
04
A fase judicialO rito da impugnação de crédito, passo a passo, e o caminho se todos os prazos já passaram
Impugnação
05
O voto é poderQuóruns de instalação e aprovação por classe, representação e o princípio par conditio creditorum
Assembleia
Mapa
Mapa mental da jornada do credorGuia visual de consulta rápida — da natureza do crédito ao voto na AGC
Consulta rápida
Uma amostra do nível de detalhe

Divergência, habilitação ou impugnação? O manual mostra exatamente onde protocolar cada uma

Divergência / HabilitaçãoImpugnação de crédito
FaseAdministrativaJudicial
Onde protocolarAdministrador judicialJuízo da recuperação
Prazo15 dias do 1º edital10 dias do edital do AJ
Se perder o prazoHabilitação retardatáriaProcedimento comum

Este é um recorte real do Capítulo 03. No manual completo, cada linha vem acompanhada do artigo de lei correspondente e do alerta prático sobre o que acontece quando o prazo é perdido — para você decidir em minutos, não em horas de pesquisa.

Para quem é este manual

Escrito para três momentos diferentes de carreira

Estudante de Direito

Quer entender como a recuperação judicial funciona na prática, além da teoria vista em sala — com os termos e o rito que aparecem no dia a dia forense.

Advogado iniciante

Recebeu o primeiro caso de recuperação judicial e precisa de um roteiro confiável para não perder prazos nem cometer os erros mais comuns de quem começa.

Profissional experiente

Já atua na área e quer afinar a técnica, revisitar os artigos de lei com precisão e ter um material de consulta rápida para os prazos do dia a dia.

Manual do Credor na Recuperação Judicial

O passo a passo estratégico para dominar editais, assembleias e garantir o pagamento do seu cliente.

  • E-book completo em PDF — 6 capítulos + introdução
  • Mapa mental da jornada do credor (2 páginas, para consulta rápida)
  • Referências legais artigo por artigo da Lei n.º 11.101/2005
  • Acesso imediato após a confirmação da compra

Pagamento processado com segurança · Acesso vitalício ao conteúdo

Dúvidas frequentes

Antes de começar

Preciso já atuar na área de insolvência para entender o manual?

Não. O manual foi escrito justamente para quem está começando na área ou nunca atuou em um processo de recuperação judicial — a linguagem é técnica, mas explicada do zero, sem pular etapas.

O conteúdo serve para qualquer estado do Brasil?

Sim. A recuperação judicial é regida pela Lei federal n.º 11.101/2005, aplicada da mesma forma em todo o território nacional — o manual não trata de legislação estadual.

Como recebo o material após a compra?

O acesso ao e-book em PDF é liberado imediatamente após a confirmação do pagamento, direto no seu e-mail de cadastro.

O manual substitui a leitura da lei ou de doutrina especializada?

Não. Ele é um guia prático de aplicação — pensado para acelerar as decisões do dia a dia forense. Toda a base legal citada remete diretamente aos artigos da Lei n.º 11.101/2005.